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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Chile, como escolher as melhores castas


     Um sonho para muitos enólogos, um solo livre de Phylloxera, praga que atacou as videiras europeias no século XIX, algo em torno de 1854. O Chile ainda conta com excelentes condições climáticas, barreiras naturais, verões secos e um rigoroso controle fitossanitário.  Muito se engana aquele que diz que a grande novidade chilena é a sua principal uva, ou melhor dizendo, a Carménère, uma casta redescoberta no Chile no ano de 1995, Uma uva que estava extinta na França desde 1860, quando a tão falada Phylloxera dizimou sua espécie, sua principal região de plantio era em Médoc ao norte de Bordeaux.
      Sua redescoberta aconteceu por causa de um enólogo Francês, que estava a estudo no Chile, e notou diversas folhas avermelhadas junto com as verdinhas folhas da casta Merlot.  No Chile não se sabia porque os vinhos feitos com a casta Merlot ficavam muito amargos e adstringentes, não que a Carménère seja uma uva desse potencial, mas sim porque ela tem um amadurecimento mais tardio do que as outras, algo em torno de 15 dias, ou seja, os vinhos feitos com as uvas Merlot estavam sendo feitos mesclados com Carmenéres não maduras.
      E ainda hoje a principal casta chilena é a Cabernet Sauvignon, a Carmenére é apenas uma novidade muito bem elaborada pelos chilenos.





                                                              Melhores regiões vinícolas:
     ACONCAGUA: o vale com o maior conceito de micro terroir (onde se planta uvas tintas e brancas muito bem).



                                                      VALE DO CACHAPOAL, têm a melhor CARMENERE do CHILE.

                                            VALE DO MAIPO, onde se planta a melhor Cabernet Sauvignon do Chile.

                                 VALE DA CASA BLANCA, melhor região para Sauvignon Blanc e Pinot Noir.    


DICAS...

      O Chile ainda provém de outras excelentes regiões vinícolas como, Vale do Maule, Vale do Coricó, vale do Bio Bio e Vale do Colchagua.   
     Já o VALE CENTRAL que engloba quase todas os vales do centro do Chile como, Maipo, Casa Blanca, Colchagua e Cachapoal, já não são vinhos de tão boa qualidade quanto um de vale denominado, pois tudo que provém do Vale Central é apenas uma mescla de uvas de todas essas regiões, e não de uma região específica, ou seja, uma gigantesca produção de vinhos de média a baixa qualidade, tendo que comprar uvas de todas as regiões do Vale Central.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Carmeénère


Espécie: Vitis vinifera Origem: Médoc (Bordéus, Bandeira da França) Cultivo: Chile Cor da uva: tinta Cor do vinho: tinto Vinho chileno produzido a partir de uvas da casta Carménère Carménère é uma casta de uva, originalmente da região do Médoc (Bordéus, França), onde era usada para a produção de vinhos tintos intensos e ocasionalmente para mistura de modo semelhante à casta Petit Verdot. Os cachos dessa cepa possuem frutos que variam entre os tamanhos pequeno e médio e cores que tendem ao preto azulado. Na Europa, as videiras desta variedade foram dizimadas por uma praga e substituídas por outras castas mais resistentes. Atualmente, é exclusiva do Chile. História A casta Carménère foi uma das mais amplamente cultivadas em inícios do século XIX no Médoc e Graves. Na década de 1860 as videiras européias desta variedade foram dizimadas pela filoxera, um insecto diminuto que afecta as folhas e a raiz sugando a seiva das plantas, e substituídas por outras castas menos sensíveis, como a Merlot. Julgada extinta, foi redescoberta em 1994 no Chile por um ampelógrafo francês, chamado Jean-Michel Boursiquot, que notou que algumas cepas de Merlot demoravam a maturar. Os resultados de estudos realizados concluíram que se tratava na realidade da antiga variedade de Bordeaux Carménère, cultivada inadvertidamente, misturada com pés de Merlot. Levada por engano aos vales vinícolas chilenos, a Carménère se adaptou ao clima agradável e aos solos férteis obtendo êxito ao ponto de ser considerada uma das uvas mais importantes do Chile por sua qualidade e sabor excepcional. É no Vale do Colchagua onde está seu maior cultivo, que se mantém restrito ao Chile devido à fragilidade da cepa, que sobrevive graças ao bom clima e solo, mas sobretudo, ao isolamento físico e geográfico criado por barreiras naturais como o Oceano Pacífico, o Deserto do Atacama, a Cordilheira dos Andes e as águas frias do provenientes do Pólo Sul, que protegem essa região de pragas. Características Os vinhos produzidos a partir da cepa Carménère possuem cor vermelha lilás, bastante profunda, aromas de frutas vermelhas, terra umidade e especiarias com notas vegetais que vão se suavizando na medida em que a uva amadurece na própria planta. Os taninos são mais amigáveis e suaves que os do Cabernet Sauvignon. Notas vegetais tornam-no porém menos elegante que um Merlot. Faz um vinho de corpo médio, fácil de beber e que deve beber-se jovem, quando apresenta sabor persistente que tente ao gosto de framboesa madura e beterraba doce.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Reservados da Santa Carolina - Chile



Vinho Santa Carolina Reservado Carmenère 750ml. Vinho chileno fino tinto meio seco de mesa, elaborado a partir de uvas viníferas da variedade Carmenère. A uva emblemática do Chile, a Carmenère, se expressa muito bem neste vinho tinto de aromas marcantes de ameixas, emolduradas por notas de especiarias. Macio, equilibrado e de corpo médio, tem taninos maduros e boa persistência. Ideal para acompanhar massas, carnes vermelhas e queijos. Graduação alcoólica 13% vol.



Vinho Santa Carolina Reservado Cabernet Sauvignon 750ml. Vinho chileno de mesa tinto seco, elaborado com uvas viníferas Cabernet Sauvignon. Sua cor é vermelho bordô, tem aroma de frutas vermelhas maduras e sabor leve, frutoso, fresco e tanino suave. Graduação alcoólica 12,5% vol.




Vinho Santa Carolina Reservado Merlot 750ml. Vinho chileno fino tinto meio seco, elaborado a partir de uvas viníferas da variedade Merlot. Jovem e acessível, este vinho tinto tem aromas de frutas escuras, boa textura, corpo médio e boa persistência. Ideal para acompanhar massas, carnes vermelhas e queijos. Graduação alcoólica 13% vol. 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Um elegantíssimo e saboroso Carménère chileno.




2005 Montes Purple Angel Carmenère, Chile 91 pontos da Wine Spectator: "Maduro e luxuoso, com um núcleo denso, mas reservou-se ameixa e amora fruta que vai precisar de algum cellaring para obter mocha no passado, notas de café e barro. Longa e escura sobre o acabamento, está bem colocada melhor juntos. Carmenère e Petit Verdot. Agora em sua terceira safra, e melhorando. partir de 2009 até 2011. 1500 casos feito. " (Spectator Online) 91 pontos da Wine Spectator: "primeiro do Chile perfil alto, alto preço Carmenère tem provado ser um excelente vinho. '05 O DNA tem uma ligeira à base de plantas, mas há uma abundância de carvalho, baunilha, frutas frescas e textura para cobrir essa acima. Na boca, amora, ameixa seca e ervas finas compreendem os sabores, enquanto o acabamento fica grossa e densa. com 8% Petit Verdot, Purple Angel continua a pressionar o caso do high-end Carmenère chileno. " (5/1/2008) de cor roxa intensa, jovem, típico de Carmenere concentrado. Delicado com notas de chocolate e aromas da caixa de charuto. As uvas Carmenere provenientes dos nossos imóveis Apalta proporciona a elegância e picante. O Petit Verdot (de Apalta) está adicionando estrutura e ao mesmo tempo da selvageria de bagas negras. Este vinho é encorpado, com uma quantidade considerável de taninos maduros dar aderência e estrutura. Um super vinho!