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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Os mais famosos mitos do vinho

          E por que não começar pela imagem de Díonisio, conhecido pelos romanos como Baco, Deus dos ciclos vitais, das festas, do vinho, da alegria, mas, sobretudo, da intoxicação que funde o bebedor com a deidade. Filho de Zeus e da princesa Semele, foi o único deus olimpiano filho de uma mortal, o que faz dele uma divindade grega atípica.
  


     Um mito muito famoso é o de abrir uma garrafa de vinho 30 minutos antes de beber para deixá-lo respirar. Na verdade quando você deixa a garrafa sem a rolha, apenas a superfície do liquido entra em contato com o ar, portanto não surtira efeito algum no vinho, melhor decantá-lo para areá-lo. 


  
      Quanto menores forem as bolhas, melhor será a qualidade do espumante. Esse é um dos mitos mais clássicos.  Na verdade o tamanho das bolhas não tem alguma relação com a qualidade do Champagne ou da bebida espumante. Recentemente, em pesquisas realizadas na Universidade de Reims Champagne-Ardenne, pelo professor de ciências físicas, Gérard Liger-Belair, diz que a temperatura e o tamanho das impurezas microscópicas, como linha de pano de prato, influenciam e muito no tamanho das bolhas, Champagne por sua vez somente apresenta suas bolhas dentro da boca.
  


      Países do velho mundo, como França, Itália, Espanha e Portugal, produzem melhores vinhos do que no novo mundo (Chile, Argentina, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, EUA, etc). Isso sim é uma grande bobagem dita pelos antigos e conservadores degustadores de vinhos, sabemos sim que tanto o velho mundo quanto o novo mundo, produzem sim vinhos de baixíssima qualidade, E claro também produzem vinhos de altíssima qualidade.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Nova Zelândia

     A Nova Zelândia, pegou todo mundo de surpresa no ano de 1980, quando ainda se falava muito sobre os grandes vinhos da Europa. Mas está certo que muito pouco antes de esse fato acontecer, só se produzia vinhos de garrafão, verdadeiro suco de uva alcoólico Mas hoje em dia muita tecnologia, foi criado Wine Institute of New Zealand, e um estilo único de fazer vinhos elegantes, furtados, aromáticos, refrescantes, são de encher a boca, na região de Marlborough se encontra o melhor sauvignon blanc da Nova Zelândia, alguns já disseram que do mundo.




     Por tanto quando estiver procurando por Sauvignon Blanc da Nova Zelandia, procure pela região  MARLBOROUGH ao norte da ilha sul, próximo de uma região vínicola muito promissora, chamada NELSON.




         Agora se a sua busca for por um adorável e elegante Pinot Noir, com um aroma marcante de cerejas douradas e maracujás, taninos completamente maduros, procure pela região de MARTINBOROUGH localizada em Wellington, no sul da ilha norte.



      Se a sua busca for por um Chardonnay, bem seco, fresco, frutado e com excelente acidez, procure pela região HAWKE'S BAY.



            Ou seja, para Sauvignon Blanc, o norte da ilha Sul, e para Pinot Noir, o Sul da ilha norte.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Degustações as cegas e harmonizações com Pinotage Sul-africano e Sauvignon Blanc neozelandês.

   
             Semanalmente realizo degustações com minha adorada esposa, costumamos comprar algumas garrafas com rótulos muito bem comentados, e às vezes nos surpreendemos muito, com grandes vinhos em excelente custo beneficio, e alguns de médio preço, e nem perto do valor dos Grand Crus franceses, os Super Toscanos italianos, vinhos humildes, deliciosos e elegantes, damos nossas notas com caráter absolutamente técnico, todos os vinhos são degustado as cegas. E desta vez passaram pela nossa mesa: Bergkelder Fleur Du Cap Pinotage 2008, e o Vicar's Choice Saint Clair Sauvignon Blanc



 
 Possui uma cor rubi intensa, aroma complexo e diferente porém muito agradável, com uma notável mistura de frutas negras maduras, alcaçuz, pimenta negra. Um vinho bem amadeirado, rústico e muito elegante, no final ele vem com um toque sútil de baunilha e uma excelente persistência aromática. Um vinho que vai muito bem com carnes de caça e cordeiro.





Já esse delicioso e refrescante vinho branco neozelandês, vem mostrando cada vez mais porque veio ao mundo do vinho, um vinho completamente fresco e frutado, um toque marcante que lembra maracujá, maça verde, pêssego e cerejas douradas, um delicioso gosto cítrico, sem contar o caráter mineral que vem com o retro gosto, um vinho que vai muito bem com peixes oceânicos grelhados e queijo de cabra.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sauvignon Blanc


Os vinhos feitos desta casta são, em sua maior parte, vinhos brancos de uvas novas e extremamente secos, feitos para serem bebidos logo. O seu sabor e aroma intensos, sugerindo capim e groselha, facilitam o reconhecimento. O Sancerre e o Poully Fumé, originados do Loire, são os Sauvignon Blancs mais conhecidos. No entanto, a Nova Zelândia produz um jeito único com aroma de maracujas, Maça limão.

Pinot Noir


 
Esta é a uva usada para fazer vinho tinto na Borgonha. É extremamente sensível a condições climáticas, além do seu cultivo ter resultados limitados, tornado-a assim de produção díficil e cara. Sendo raramente misturada a outro vinho, as Pinot Noir fazem um vinho tinto de cor clara e de corpo leve a médio, com um aroma de morango ou mesmo framboesa. Os melhores exemplos do Pinot Noir são os da Borgonha; este são conhecidos como os vinhos tintos mais suntuosos do mundo, mas regiões como a Nova Zelândia e o Oregon nos Estados Unidos estão tendo sucesso com suas produções.