terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Chile, como escolher as melhores castas


     Um sonho para muitos enólogos, um solo livre de Phylloxera, praga que atacou as videiras europeias no século XIX, algo em torno de 1854. O Chile ainda conta com excelentes condições climáticas, barreiras naturais, verões secos e um rigoroso controle fitossanitário.  Muito se engana aquele que diz que a grande novidade chilena é a sua principal uva, ou melhor dizendo, a Carménère, uma casta redescoberta no Chile no ano de 1995, Uma uva que estava extinta na França desde 1860, quando a tão falada Phylloxera dizimou sua espécie, sua principal região de plantio era em Médoc ao norte de Bordeaux.
      Sua redescoberta aconteceu por causa de um enólogo Francês, que estava a estudo no Chile, e notou diversas folhas avermelhadas junto com as verdinhas folhas da casta Merlot.  No Chile não se sabia porque os vinhos feitos com a casta Merlot ficavam muito amargos e adstringentes, não que a Carménère seja uma uva desse potencial, mas sim porque ela tem um amadurecimento mais tardio do que as outras, algo em torno de 15 dias, ou seja, os vinhos feitos com as uvas Merlot estavam sendo feitos mesclados com Carmenéres não maduras.
      E ainda hoje a principal casta chilena é a Cabernet Sauvignon, a Carmenére é apenas uma novidade muito bem elaborada pelos chilenos.





                                                              Melhores regiões vinícolas:
     ACONCAGUA: o vale com o maior conceito de micro terroir (onde se planta uvas tintas e brancas muito bem).



                                                      VALE DO CACHAPOAL, têm a melhor CARMENERE do CHILE.

                                            VALE DO MAIPO, onde se planta a melhor Cabernet Sauvignon do Chile.

                                 VALE DA CASA BLANCA, melhor região para Sauvignon Blanc e Pinot Noir.    


DICAS...

      O Chile ainda provém de outras excelentes regiões vinícolas como, Vale do Maule, Vale do Coricó, vale do Bio Bio e Vale do Colchagua.   
     Já o VALE CENTRAL que engloba quase todas os vales do centro do Chile como, Maipo, Casa Blanca, Colchagua e Cachapoal, já não são vinhos de tão boa qualidade quanto um de vale denominado, pois tudo que provém do Vale Central é apenas uma mescla de uvas de todas essas regiões, e não de uma região específica, ou seja, uma gigantesca produção de vinhos de média a baixa qualidade, tendo que comprar uvas de todas as regiões do Vale Central.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Nova Zelândia

     A Nova Zelândia, pegou todo mundo de surpresa no ano de 1980, quando ainda se falava muito sobre os grandes vinhos da Europa. Mas está certo que muito pouco antes de esse fato acontecer, só se produzia vinhos de garrafão, verdadeiro suco de uva alcoólico Mas hoje em dia muita tecnologia, foi criado Wine Institute of New Zealand, e um estilo único de fazer vinhos elegantes, furtados, aromáticos, refrescantes, são de encher a boca, na região de Marlborough se encontra o melhor sauvignon blanc da Nova Zelândia, alguns já disseram que do mundo.




     Por tanto quando estiver procurando por Sauvignon Blanc da Nova Zelandia, procure pela região  MARLBOROUGH ao norte da ilha sul, próximo de uma região vínicola muito promissora, chamada NELSON.




         Agora se a sua busca for por um adorável e elegante Pinot Noir, com um aroma marcante de cerejas douradas e maracujás, taninos completamente maduros, procure pela região de MARTINBOROUGH localizada em Wellington, no sul da ilha norte.



      Se a sua busca for por um Chardonnay, bem seco, fresco, frutado e com excelente acidez, procure pela região HAWKE'S BAY.



            Ou seja, para Sauvignon Blanc, o norte da ilha Sul, e para Pinot Noir, o Sul da ilha norte.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Califórnia, na rota mundial de degustação de vinhos.


      Quem assistiu aos filmes "Sideways" (2004) ou "Bottle Shock" (2008) e ficou com água na boca pode percorrer as rotas traçadas pelos diretores ou fazer o seu próprio roteiro de degustação entre as cerca de 2.700 vinícolas do Estado norte-americano da Califórnia. A combinação de clima e solo faz da região um dos principais destinos do mundo para enólogos e amantes do vinho.

A Califórnia é responsável por 90% da produção de vinho dos Estados Unidos e é a quarta produtora mundial da bebida, depois de França, Itália e Espanha, segundo dados do Instituto do Vinho (Califórnia Wine Institute). Anualmente, o Estado atrai cerca de 20 milhões de turistas para as regiões dedicadas à vinicultura, de acordo com o órgão oficial de turismo, California Travel and Tourism Commission.

Todo esse interesse advém da qualidade do produto fabricado e da grande variedade de uvas cultivadas no Estado —cerca de cem, segundo o Instituto do Vinho. Cada variedade de uva tem aroma e sabor próprios, o que contribui para o resultado final da bebida.

Os vinhos produzidos na Califórnia são classificados, em sua maioria, como de mesa (graduação alcoólica de 10° a 13°), espumante (gaseificado) ou de sobremesa (doce). Chardonnay é o tipo mais popular entre os norte-americanos, respondendo por 19% da venda da bebida nos supermercados e lojas de conveniência do país. Outros brancos também fazem sucesso, a exemplo das variedades zinfandel —típica da Califórnia—, sauvignon blanc, pinot gris, viognier, riesling, moscatel e gewürztraminer. Entre os tintos, a Califórnia produz excelentes vinhos dos tipos cabernet sauvignon, pinot noir, syrah, merlot, zinfandel, grenache, tempranillo, malbec, petite sirah, cabernet franc e sangiovese.

Orgulhosos de sua produção, vinicultores californianos dizem que o Estado é a melhor região do mundo para degustar vinhos. "É preciso viajar por toda a França para conhecer as variedades de uva encontradas na Califórnia", diz Jim Fiolek, diretor executivo da Associação de Vinicultores de Santa Bárbara —uma das mais importantes regiões vinícolas dos EUA. Os microclimas e solos de Santa Barbara fazem da região a mais famosa produtora de chardonnay, pinot noit e syrah do país.

     Onde ir

     Além de Santa Barbara, pelo menos oito regiões californianas se dedicam quase que totalmente à vinicultura —Napa, Sonoma, Mendocino, Russian River, Lake, Amador, Monterey, Santa Cruz, San Luis Obispo. Embora em menor concentração, também abrigam boas vinícolas as regiões de San Joaquin, Sacramento, Marin, Solano, San Diego, Alameda, San Bernardino e Riverside. Com tanta diversidade, fica difícil apontar a melhor região para degustação. Todas têm excelentes vinícolas, e o melhor destino depende da variedade de uva preferida do viajante.

                                          Russian River - Sonoma County/ Califórnia

Quem conhece pouco deve começar a viagem por Napa —região norte do Estado que fica menos de uma hora de carro de San Francisco— ou por Santa Barbara, a cerca de uma hora e meia de Los Angeles. Além de próximas de grandes cidades, as duas regiões têm grande variedade de uva e de vinhos.

                                             Alexander Valley - Mendocino/ Califórnia

A maioria dos fabricantes que organizam tour pela vinícola cobra mais, mas alguns oferecem visitas guiadas gratuitas. Os tours são educativos e mostram as instalações e todo o processo de produção da bebida. Muitos turistas contratam tours particulares e vão até as salas de degustação de limousine, de jeep ou de biblicleta.

Itália... Vinhos, regiões e culinária.

    O sabor acentuado dos pratos italianos requer como acompanhamento um vinho também marcante. Na Itália, as pessoas seguem algumas normas na escolha da bebida que vai à mesa. Servem durante a refeição o mesmo vinho que foi usado na preparação do prato, seja ele tinto ou branco. Mas regra fixa não combina com o anárquico espírito do italiano. Existem apenas recomendações: para os pratos de carnes escuras, como a de coelho, cordeiro, cabrito, boi, porco, um tinto encorpado; para acompanhar as massas, um tinto de corpo médio; para aves e peixes, os brancos secos. Mar de Vinhos Existem na Itália mais de 4 mil tipos de vinhos. Os mais famosos são os de "origem controlada", que recebem um certificado de qualidade emitido por órgãos especializados - sistema inspirado no modelo francês. Embora não produza a mesma quantidade de vinhos que a França, a Itália é conhecida pela qualidade de seus fermentados. Cada uma das 20 regiões vinícolas do país reserva surpresas que podem ser desvendadas em pequenos goles. Conheça algumas delas:



Puglia

     Maior produtora de vinhos da Itália, Puglia situa-se ao sul de Molise formando a costa sul do Mar Adriático e o Golfo de Taranto no Mar Jônico. Faz fronteira ao leste com a Campania e a Basilicata e suas principais cidades são Bari, Brindisi, Taranto, Foggia e Lecce. Entre os vinhos da Puglia, destacam-se os tintos, vinhos potentes, de cor intensa, muito encorpados e bastante alcoólicos. O Patriglione, feito com a uva negroamaro e o Castel de Monterosso são os fermentados mais badalados. Vale lembrar que essa região também produz ótimos rosés.

Piemonte

     Localizada na parte noroeste da Itália, a região do Piemonte concentra as províncias da Lombardia, Ligúria e Valle d´Aosta. O relevo montanhoso da região - Piemonte significa literalmente "pés dos montes" -, os invernos rigorosos e os vales dos diversos rios que cortam a região fazem crescer as uvas tintas nebbiolo e barbera. Da primeira, faz-se o famoso, rico e potente Barolo, enquanto a segunda uva dá origem ao feminino e elegante Barbaresco.

Sicília

     Cercada pelo Mar Tirreno, bem na ponta da "bota", está a Sicília. Segunda maior região produtora da Itália, a Sicília produz mais vinhos brancos que tintos. O Marsala é o mais famoso, especialmente por ser frequentemente utilizado na gastronomia. Branco e fortificado, ele foi o vinho mais famoso da Itália no século passado, superando até mesmo a fama do Madeira, seu similar português.

Toscana

     Conhecida como jardim da Itália, a Toscana situa-se mais ao norte do país e reúne cidades famosas como Pisa, Arezzo, Livorno e, especialmente, Florença, conhecida por sua importância cultural e pelo grande número de vinhos de qualidade superlativa. Alguns especialistas chegam a chamá-la de Bordeaux Italiana. O Chianti, produzido na Toscana, é um dos vinhos italianos mais vendidos no mundo. Consagrado pelo célebre fiasco, a garrafa bojuda com a base envolta em palha, ele foi o primeiro vinho da Europa a ter sua região demarcada, em 1716, pelo grão-duque da Toscana, Cosimo de Medici 3º. Não ficam de fora dessa seleção, os grandes vinhos Brunello de Montalcino, o Sassicaia e o Tignanello; todos eles produzidos nessa região e colocados entre os melhores do mundo.

Veneto

     Bem ao nordeste da Itália, Veneto abriga as três regiões de vinhos mais importantes conhecidas como Tre Venezie (Três Venezas), por fazerem parte do reino Veneziano. Veneto é a terceira em produção depois da Puglia e da Sicilia e tem alguns dos vinhos mais famosos da Itália. Os produzidos nos arredores da cidade de Verona incluem o branco Soave, o espumante Prosecco e os tintos Valpolicella e Bardolino. Os vinhos Valpolicella estão entre os mais suaves e frutados da Itália, produzido com as uvas Corvina, Rondinella e Molinara. O vinho branco Soave é feito com uvas garganega e trebbiano e, embora seja geralmente seco, existe nos estilos doce e espumante. Soave perde apenas em volume para o Chianti, entre os vinhos DOC.

Umbria

     A Umbria está cravada no centro da Itália e é famosa por ter sido o berço da vitivinicultura etrusca na Itália. Perugia, Montefalco, Assisi, Terni e Todi são algumas de suas principais cidades. Mas é em Orvieto, uma bela cidade medieval localizada nos rochedos dos Apeninos, que se produz um dos melhores e mais famosos vinhos brancos da Itália. Delicado e seco, o vinho que leva o mesmo nome da cidade é elaborado com as uvas Grechetto, Malvasia e Verdello.

Emilia-Romagna

     Spaghetti a la Bolognesa, Prosciutto di Parma, Parmigiano Reggiano, Aceto Balsamico di Modena. Paraíso gastronômico da Itália, essa região liga as cidades de Bologna, Modena, Réggio nell´Emilia e Parma. O Albana di Romagna é um grande destaque entre os vinhos da região. No entanto, o Lambrusco é, sem dúvida, o vinho mais popular da Emilia-Romagna. Embora modesto, é um dos vinhos mais conhecidos e exportados da Itália. Originariamente, é um vinho tinto leve, pouco alcoólico e frisante e existe nas versões secco, amabile e dolce. Existe também o Lambrusco Bianco, que combina bem com o clima tropical brasileiro.

Lazio

     Lazio, situada ao sul da Toscana, é a mais meridional das sub-regiões do Centro-Mediterrâneo e tem como cidades principais Roma, a capital do país, Viterbo, Rieti, Frosinone e Latina. O vinho mais conhecido do Lazio é o Frascati, também chamado de "vinho de Roma", por ser largamente consumido nos bares e restaurantes da cidade. O Frascati é um vinho branco seco, ligeiramente frisante, produzido nos arredores da capital, a partir das uvas malvasia e trebbiano.

Harmonização de vinhos e gastronomia mundial

      Nunca se esqueça de que o tempero é fundamental para definir a combinação de pratos com vinhos, isso é apenas uma representação básica de harmonização

CARNES
 
Carne refogada (Beef Stir Fry): Merlot, Sangiovese, Zinfandel
Filé (Tenderloin): Pinot Noir, Merlot
Carne moída (Ground Beef. Obs.: Hamburger pode ser mais gorduroso que a carne moída (ground beef) porque pode receber adição de gordura): Merlot, Sangiovese, Syrah, Zinfandel
Perna de carneiro (Leg of Lamb): Merlot, Pinot Noir,Syrah, Zinfandel
Costeleta de carneiro (Rack of Lamb): Pinot Noir, Syrah, Cabernet Sauvignon
Carne assada (ou bife) de cassarola (Pot Roast): Zinfandel, Merlot
Bisteca de boi (Prime Rib): Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir
Rosbife (Roast Beef - carne, preferencialmente filé, contra-filé sem osso ou alcatra, frita na panela ou assada ao forno, com a parte esterna bem tostada mas com o miolo meio cru e sangrento): Merlot, Pinot Noir
Salchicha (Sausage): Sangiovese, Zinfandel, Syrah
Carne defumada (Smoked Meat): Zinfandel, Pinot Noir, Syrah
Bife de lombo (New York Steak): Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah
 
QUEIJOS

Asiago: Sauvignon Blanc, Semillon, Espumante, Sangiovese
Brie novo (Young Brie): Sauvignon Blanc, Espumante

Camembert: Cabernet Sauvignon, Syrah
Cheddar: Cabernet Sauvignon, Zinfandel
Chevre envelhecido (Aged Chevre): Cabernet Sauvignon, Sangiovese
Chevre novo (Young Chevre): Sauvignon Blanc, Semillon, Syrah, Sangiovese
Creme (Cream): Sauvignon Blanc, Riesling
Feta: Sauvignon Blanc, Semillon, Sangiovese
Gorgonzola: Late Harvest, Port, Syrah
Gouda: Chardonnay, Riesling, Sauvignon Blanc, Semillon
Havarti: Chardonnay, Riesling
Mozzarella: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sangiovese
Parmesão (Parmesan): Cabernet Sauvignon, Sangiovese, Espumante
Port Salut: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Espumante
Ripe Brie: Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel
Romano: Cabernet Sauvignon, Espumante, Zinfandel, Sangiovese
Roquefort: Late Harvest, Port, Syrah, Cabernet Sauvignon
Stilton: Late Harvest, Port, Syrah
Suíço (Swiss): Chardonnay, Riesling
Tallegio: Cabernet Sauvignon, Syrah, Sangiovese
Triple Cream: Cabernet Sauvignon, Espumante, Syrah
 
GALINHA
 
À caçadora (Cacciatore): Sangiovese, Zinfandel
Assada (Baked): Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier
Churrascada (Barbecue): Chardonnay, Viognier, Zinfandel
Defumada (Smoked): Riesling, Viognier, Espumante
Frita (Fried): Chardonnay, Sangiovese, Zinfandel
Grelhada (Grilled): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Zinfandel
Refogada (Roasted): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Viognier
 
CAÇA
 
Cabeça (Pate): Late Harvest, Merlot, Pinot Noir
Ganso (Goose): Sangiovese, Pinot Noir, Syrah
Pheasant: Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Merlot, Pinot Noir
Pato (Duck): Pinot Noir, Merlot, Zinfandel, Cabernet Sauvignon (Califórnia), Sangiovese
Peru (Turkey): Gamay, Gewürztraminer, Sauvignon Blanc, Zinfandel
Peru refogado (Turkey,Roast): Pinot Noir, Chardonnay, Sangiovese
Quail: Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese
Squab: Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese   
Cabra (Goat): Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel
Venison: Cabernet Sauvignon, Syrah, Zinfandel, Sangiovese
Wild Boar: Merlot, Pinot Noir, Sangiovese
 
PORCO
 
Bacon: Cabernet Sauvignon, Syrah
Lombo (Loin): Chardonnay, Pinot Noir, Sangiovese, Zinfandel
Pancetta: Sangiovese,Zinfandel, Riesling
Porco refogado (Pork Roast): Chardonnay, Pinot Noir
Presunto (Ham): Pinot Noir, Riesling, Light Zinfandel
Presunto italiano (Prosciutto): Riesling, Sangiovese, Pinot Noir
 
FRUTOS DO MAR 
 
Abalone: Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier
Bass: Sauvignon Blanc, Viognier
Camarão (Shrimp): Chardonnay,Sauvignon Blanc, Viognier, Riesling
Caranguejo (Crab): Riesling, Chardonnay, Viognier
Ceviche: Sauvignon Blanc, Semillon, Viognier, Espumante
Mariscos/Mexilhões (Clams/Mussels): Sauvignon Blanc, Chardonnay, Espumante
Halibut: Sauvignon Blanc,  Chardonnay não envelhecido ("non-oaked")
Lagosta (Lobster): Chardonnay, Viognier
Ostras (Oysters): Sauvignon Blanc, Espumante
Salmão assado (Salmon, Baked): Chardonnay, Pinot Noir
Salmão grelhado (Salmon, Grilled): Pinot Noir, Merlot
Salmão defumado (Salmon, Smoked): Chardonnay, Riesling, Gewürztraminer
Peixe defumado (Smoked Fish): Gewürztraminer, Riesling, Viognier
Peixe espada (Swordfish): Chardonnay, Pinot Noir, Zinfandel
Linguado (Sole): Sauvignon Blanc, Semillon, Espumante
Lula (Squid): Sauvignon Blanc, Semillon
Truta (Trout): Sauvignon Blanc, Viognier, Pinot Noir, Chardonnay
Tuna: Merlot, Pinot Noir, Viognier, Chardonnay
 
OUTROS

Coelho (Rabbit): Pinot Noir, Sangiovese, Viognier
Ovos (Eggs): Sauvignon Blanc, Espumante, Chardonnay não envelhecido (non-oaked)
Pizza: Sangiovese, Zinfandel, Chianti (sempre pensar no que está no topo da pizza)
Sushi: Sake, Sauvignon Blanc, Espumante
Vitela (Veal): Chardonnay, Pinot Noir, Riesling, Sangiovese, Viognier

OUTRAS HARMONIZAÇOES

o Ostras e Chablis.
o Salmão defumado e Riesling.
o Salmão fresco Chardonnay ou Riesling.
o Peixes brancos grelhados com molhos untuosos e Chardonnays.
o Queijo de cabra e Sancerre.
o Roquefort e Sauternes.
o Stilton e Porto.
o Presunto e charcutaria e Beaujolais.
o Presunto cru e xerez fino.
o Foie gras e Sauternes
o Cordeiro e Bordeaux tinto.
o Caça e Borgonha tinto.
o Pizza e massas com molho vermelho e Chianti.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vinho elaborado com uvas orgânicas


VinEcol TEMPRANILLO 2007 (Argentina), um vinho muito elegante, sem muitas espectativas iniciais, mas ele se abre ainda na primeira taça, um vinho muito fácil, ele é de encher a boca, rico em maça e ameixa, especiarias tais como: leite e chocolate, excelente para acompanhar carnes vermelhas grelhadas, massas, comidas vegetarianas e queijos cremosos; Não aconselhável para acompanhar pratos muito complexos em temperos.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Degustações as cegas e harmonizações com Pinotage Sul-africano e Sauvignon Blanc neozelandês.

   
             Semanalmente realizo degustações com minha adorada esposa, costumamos comprar algumas garrafas com rótulos muito bem comentados, e às vezes nos surpreendemos muito, com grandes vinhos em excelente custo beneficio, e alguns de médio preço, e nem perto do valor dos Grand Crus franceses, os Super Toscanos italianos, vinhos humildes, deliciosos e elegantes, damos nossas notas com caráter absolutamente técnico, todos os vinhos são degustado as cegas. E desta vez passaram pela nossa mesa: Bergkelder Fleur Du Cap Pinotage 2008, e o Vicar's Choice Saint Clair Sauvignon Blanc



 
 Possui uma cor rubi intensa, aroma complexo e diferente porém muito agradável, com uma notável mistura de frutas negras maduras, alcaçuz, pimenta negra. Um vinho bem amadeirado, rústico e muito elegante, no final ele vem com um toque sútil de baunilha e uma excelente persistência aromática. Um vinho que vai muito bem com carnes de caça e cordeiro.





Já esse delicioso e refrescante vinho branco neozelandês, vem mostrando cada vez mais porque veio ao mundo do vinho, um vinho completamente fresco e frutado, um toque marcante que lembra maracujá, maça verde, pêssego e cerejas douradas, um delicioso gosto cítrico, sem contar o caráter mineral que vem com o retro gosto, um vinho que vai muito bem com peixes oceânicos grelhados e queijo de cabra.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Uva Tannat


Uma uva de origem francesa, hoje com plantio nos seguintes países:  Uruguai, França, Brasil, Austrália e Itália.
Essa casta é usualmente utilizada em assemblage com Merlot para suavizar o vinho. Tem cacho grande e bagas médias ou pequenas. Os vinhos feitos dessa casta, são considerados vinhos emblemático do Uruguai.
Vinhos estruturados e de coloração muito intensa, por ser rico em compostos fenólicos (antioxidantes). Geralmente ácido, duro e nervoso. Se a uva é madura, e o vinho envelhecido em barrica de carvalho, torna-se relativamente redondo, mais suave e agradável. 

Alguns vinhos com essa casta:

Some wines with this variety:
Tannat grape
A grape of French origin, today planted in Uruguay, France, Brazil, Australia, and Italy. Is is usually used in assemblage with Merlot to smooth the wine. Tannat grows in large clusters with small to medium berries. Wines made from this grape variety are considered emblematic of Uruguay. Produces structured wines with very intense color because it's rich in phenols (antioxidants). Generally acidic, hard, and nervy. If the grape is mature and the wine is aged in an oak cask, the wine becomes relatively round, smoother, and enjoyable.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Jacob's Creek/ Shiraz Cabernet


Vinho australiano fino tinto seco, elaborado com uvas viníferas da variedade Shiraz e Cabernet Sauvignon. A variedade Shiraz tem sua origem no Rhône, França e se adaptou ao solo e ao clima da Austrália com perfeição. O mesmo pode se dizer da bordalesa Cabernet Sauvignon. A mistura destas uvas é própria da Austrália e encanta aos paladares tanto iniciante quanto de conhecedores. O vinho tem coloração rubi escuro com reflexos violaceis. Os aromas de especiarias, frutas pretas maduras e carvalho, tornam esse vinho sedutor e complexo. Na boca tem médio corpo para encorpado, seco, muito frutado e macio. Graduação alcoólica 12,5%

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Pinotage, e seus segredos.


Pinotage é uma uva tinta surgida em 1925, do cruzamento das castas Pinot Noir e Cinsault (na África do Sul, a Cinsault é conhecida por "hermitage", que explica o porque da palavra "pinotage", combinação de PINOt + hermiTAGE). Saboroso e moderno, com o típico sabor da Pinotage, a mais emblemática uva da África do Sul, este ótimo tinto é elaborado por Beyers Truter, o maior especialista nesta casta. Rico e intenso, um vinho de encher a boca, marcante nas frutas vermelhas, principalmente na amora e cereja, especiárias, tais como pimenta e chocolate, de bastante caráter, é um enorme sucesso, com ótima relação qualidade/preço! O vinho favorito de muitos restaurantes sul-africanos.